domingo, 23 de janeiro de 2011

Galinhas e coelhos (II)

Num quintal há galinhas e coelhos, num total de 9 animais e 30 pés.
Quantos animais há de cada espécie?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Galinhas e Coelhos (1)

Num quintal existem galinhas e coelhos:
- Ao todo são 26 cabeças e 70 patas.
Quantas galinhas e coelhos existem no quintal ?

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O preço do fato

Há muitos anos atrás:
- Um rapaz comprou um casaco e umas calças por 55$00.
- Pelas calças e o colete pagou 35$00.
- O colete e o casaco custaram 30$00.
Quanto custou o casaco?
Quanto custou o fato completo?

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Portugal no século XVIII
Durante o domínio filipino, os inimigos de Espanha (Holanda, Grã-Bretanha, França) ocuparam parte do Império Português, sobretudo a Oriente.
O Brasil, depois da Restauração, veio então tomar o lugar que tinha antes a Índia na economia portuguesa.
O açúcar, primeiro, o ouro e os diamantes, depois, eram agora as principais riquezas que chegavam ao reino.
Muitos milhares de colonos portugueses emigraram para o Brasil, na esperança de enriquecer.
Mas como as plantações de açúcar e os engenhos exigiam muita mão-de-obra, os primeiros colonos tentaram utilizar os índios como mão-de-obra escrava. Mas estes, habituados à liberdade, não se adaptaram ao trabalho: revoltavam-se, adoeciam, fugiam...
Foi de África que começaram a vir os escravos necessários à crescente produção de açúcar.
O principal comércio fazia-se, assim, através do Atlântico: os navios partiam de Portugal e dirigiam-se à costa africana, de onde levavam sobretudo escravos para o Brasil; daqui, traziam açúcar, ouro e diamantes (comércio triangular).
Os escravos trabalhavam nas plantações de açúcar, nos engenhos e nas minas.
O engenho era propriedade do “senhor do engenho”. Aí se extraia o caldo da cana-de-açúcar depois de a esmagar, que depois era cozido e colocado em formas para cristalizar.
A propriedade (fazenda) era composta pelos canaviais (campos de cultivo da cana), pelo engenho, pela “casa grande “ onde vivia o senhor e pela sanzala onde viviam os escravos.
No final do século XVII, encontrou-se ouro no Brasil.
As minas foram descobertas pelos bandeirantes que eram colonos que organizavam expedições para o interior do Brasil, com o objectivo de descobrir ouro, diamantes e apanhar índios para trabalharem nos engenhos.. A um grupo de bandeirantes dá-se o nome de Bandeira.
Resumindo
Assistimos a grandes movimentos da população:
De Portugal, partiram milhares de emigrantes para o Brasil à procura de uma vida melhor;
No Brasil, as pessoas avançavam do litoral para o interior;
Da costa africana, partiram, anualmente, milhares de escravos para o Brasil.
A população brasileira resulta, assim, da mistura de europeus, africanos e índios.
A monarquia absoluta no tempo de D. João V
Durante o reinado de D. João V (1706-1750), chegaram ao reino grandes quantidades de ouro e diamantes, vindos do Brasil. Também o comércio de açúcar, tabaco, vinho e sal dava grandes lucros.
Isto fez de D. João V um rei muito poderoso e rico, uma vez que a coroa cobrava a quinta parte do ouro encontrado no Brasil (o quinto).
D. João V passou a governar sem convocar Cortes e concentrou em si todos os poderes: o poder legislativo (fazer as leis), o poder executivo (mandar executá-las, isto é, governar) e o poder judicial (julgar quem não cumpre a lei).
Governou como rei absoluto, daí se dizer que esta forma de governo era o absolutismo.
A corte de D. João V tornou-se uma das mais ricas da Europa. Davam-se grandes banquetes, consumia-se café e chocolate, novidades da época, e rapé (tabaco moído).
Nos bailes, dançava-se a pavana e o minuete ao som do violino ou do cravo.
Jogava-se às cartas, às damas e aos dados.
Assistia-se a sessões de poesia, de música e a representações teatrais.
Era também muito apreciado o espectáculo das touradas e a ópera.
A sociedade portuguesa do século XVIII continuava dividida nos três principais grupos sociais que já conheces: nobreza, clero e povo.
A nobreza continuava a ser um grupo social privilegiado, que vivia dos rendimentos das suas propriedades.
Imitava em tudo o luxo da corte de D. João V: habitação, festas, banquetes, vestuário...
O clero era também um grupo social rico e poderoso. Com a protecção do rei, aumentou o número de mosteiros, conventos e igrejas.
Para além do culto religioso, dedicava-se ao ensino e à assistência aos necessitados.
Presidia ao Tribunal da Inquisição que julgava todos os que não respeitavam a religião católica.
O povo vivia com muitas dificuldades, sobretudo no campo, devido aos baixos salários e aos muitos impostos.
Continuava a alimentar-se sobretudo de pão, peixe e legumes.
Dela faziam parte pequenos comerciantes, artífices, camponeses, criados, aguadeiros, carregadores...
Este grupo social engloba também a alta burguesia que continuava a enriquecer com o comércio.
O reinado de D. João V foi marcado pela construção de obras monumentais, possíveis devido ao ouro do Brasil.
O estilo da época é o Barroco que se caracteriza pela abundância de decoração e pelo uso de linhas curvas.
Igrejas e palácios são decorados com talha dourada, azulejos e mármore.
Desenvolveu-se a ourivesaria, a cerâmica, a pintura, a azulejaria, o mobiliário, ...
As Reformas Pombalinas

D. José I sucede a D. João V, em 1750, e nomeia primeiro-ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, mais tarde Marquês de Pombal.
Nessa época, o reino encontrava-se numa grave crise económica porque:
- o ouro vindo do Brasil era cada vez menos;
- a agricultura produzia pouco;
- as indústrias eram poucas;
- diminuíam as exportações e aumentavam as importações;
- o comércio colonial era dominado por estrangeiros.
Para agravar esta situação, em 1755 (dia 1 de Novembro), Lisboa sofre um grande terramoto.
Morreram mais de 20 000 pessoas e ficaram em ruínas cerca de 10 000 edifícios.
A cidade ficou destruída e foi o Marquês de Pombal que tomou medidas para:
- "cuidar dos vivos e enterrar os mortos “;
- policiar as ruas;
- planear a reconstrução da cidade que o próprio Marquês de Pombal acompanhou.
Decidiu arrasar a "Baixa" e aí construir uma zona nova - a Lisboa pombalina - com características próprias:
- ruas largas e perpendiculares, com passeios largos e calcetados;
- edifícios harmoniosos, todos da mesma altura, com varandas de ferro forjado, e construídas com um sistema anti-sísmico e corta-fogos;
- rede de esgotos:
- uma grande praça - a Praça do Comércio - construída no local do antigo Terreiro do Paço, onde iam dar as ruas "nobres" da cidade.
A grande capacidade para resolver problemas e a eficácia demonstrada após o terramoto pelo Marquês de Pombal, levaram-no a conquistar a confiança total do rei. Por isso, D. José entrega-lhe o controlo do governo.
O Marquês de Pombal inicia então um conjunto de reformas destinadas a desenvolver o país e a afirmar o poder absoluto do rei.
Reformas económicas:
- instalou novas indústrias no país;
- criou companhias monopolistas, controladas pelo estado (na área da agricultura, pescas e comércio), impedindo os grandes lucros que os estrangeiros vinham tendo em Portugal; exemplo: Companhia dos Vinhos do Alto Douro.
- proibiu a exportação de ouro.
Reformas sociais:
- perseguiu a nobreza e o clero (sobretudo os Jesuítas, que expulsou do País), retirando-lhes bens e cargos, chegando a prender e executar alguns deles, para reforçar o poder do rei;
- protegeu os comerciantes e os burgueses, e declarou o comércio como profissão nobre (1770);
- proibiu a escravatura no Reino (1771), continuando, no entanto, a existir nas colónias.
Reformas no ensino:
- criou escolas "menores" (equivalentes ao 1º ciclo), por todo o país;
- reformou a Universidade de Coimbra dando maior importância à observação e experimentação;
- extinguiu a Universidade de Évora
- fundou o Real Colégio dos Nobres.
As reformas pombalinas contribuíram para a modernização de Portugal.
Depois da morte de D. José I (1777), sua filha, a rainha D. Maria I, demitiu o Marquês de Pombal de todos os cargos que ocupava no Governo, acusando-o de ter cometido graves injustiças.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Família

O cunhado do irmão da tua mãe é o teu:
  1. tio?
  2. pai?

  3. primo?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O homem cuidadoso

O seguinte desafio tem como resposta um ditado popular.

Havia um homem muito cuidadoso, preocupado e sempre prevenido para tudo.
Certo dia, ao passear, tinha que atravessar uma ponte onde havia uma placa que tinha escrito: "Cuidado, a ponte só suporta 130 Kg".
Bem, como só peso 70 kg, não há problema. - pensou ele.
Quando ia a atravesssar a ponte, a mesma ruiu.
Porquê?

sábado, 11 de dezembro de 2010

O crime quase perfeito.

Certo dia, numa residencial, apareceu assassinado um idoso.
A polícia foi chamada e mandou fechar todas as saídas, começando a interrogar os hóspedes nos respectivos quartos.
Quando chegou ao quarto n.º 229, no 2.º andar, abriram a porta aos polícias dois gémeos: um muito gordo e outro muito magro.
De imediato, um dos polícias disse para o outro:
- Está resolvido o crime. E virando-se para o mais magro disse-lhe:
Está preso! Foi você que assassinou o idoso. Tem o direito a permanecer calado, pois tudo o que disser..., blá, blá, blá...
Como chegou o polícia a esta conclusão?

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Os montes de palha ...

Um camponês tem 5 montes de palha num campo e 4 montes de palha noutro campo.
Se os juntar ao pé da sua casa, com quantos montes de palha fica?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

As maçãs ..

Se a Ana tiver nove maçãs e quatro sacos grandes de papel,
como é que consegue colocar um numero IMPAR de maçãs em cada saco ?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Muppet show - The Swedish Chef

Para quem se lembra dos Marretas aqui fica uma receita do Cozinheiro Sueco. Para quem não conhece, há sempre uma primeira vez.

Divirtam-se

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Dia da semana

Se o amanhã de ontem era quinta-feira, que dia é o dia depois de amanhã de ontem ?

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

As duas ovelhas ..

Estão duas ovelhas no campo.
Uma delas olha na direcção do Norte, a outra na direcção do Sul.
No entanto, qualquer delas pode ver perfeitamente a outra.
Como é isso possível?

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Quantos patos?

À beira dum lago iam dois patos zangados à frente de um pato,
dois patos em fila indiana iam atrás de um pato e
um pato ia no meio dos outros patos.
Qual o número de patos que iam à beira do lago?

PS: Aqui fica a música sugerida pelo Daniel.
PS2: Ontem, dia 24, batemos o recorde de visitas: 214.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Os gatos

Depois do teste de HGP aqui fica um enigma para desvendar.

Uma sala tem 4 cantos.
Em cada canto está um gato.
Cada gato vê três gatos.
Quantos gatos há na sala?

Um pedido de desculpas ao Daniel, mas não resisti a colocar esta música.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

União Ibérica

Da União Ibérica à Restauração

D. Sebastião, neto de D. João III, subiu ao trono em 1557, com 3 anos, assumindo a governação do país com apenas 14 anos, em 1568.
Rodeado de um grupo de nobres, jovens e impulsivos, planeou fazer conquistas no Norte de África, aproveitando as lutas que aí se ocorriam entre os Muçulmanos.
Em 1578, partiu para Marrocos chefiando uma expedição militar de 17 000 homens que teve resultados desastrosos: os portugueses foram vencidos na Batalha de Alcácer-Quibir e D. Sebastião morreu juntamente com 7 000 soldados. Os restantes foram feitos prisioneiros.

Como D. Sebastião não tinha descendentes sucedeu-lhe o seu tio-avô, o Cardeal D. Henrique, que, por sua vez, morreu em 1580, sem ter nomeado um sucessor.
Surgiram então como pretendentes ao trono:
- Filipe II, rei de Espanha;
- D. António, prior do Crato;
- D. Catarina, duquesa de Bragança.

Tal como em 1383-85, os portugueses dividiram-se:
- o povo, para que Portugal não perdesse a independência, apoiou D. António, prior do Crato;
- a nobreza, o clero e a burguesia apoiaram Filipe II, rei de Espanha, esperando assim obter privilégios e riqueza.

Filipe II invadiu Portugal e D. António organizou a resistência aos invasores, tendo sido derrotado em Alcântara, em 25 de Agosto de 1580.

Filipe II foi aclamado rei de Portugal, nas cortes de Tomar de 1581.
Iniciou-se, então, o período em que Portugal esteve unido politicamente a Espanha, durante 60 anos, e que ficou conhecido como "Domínio Filipino" ou União Ibérica (reinados de Filipe II, III e IV de Espanha, I, II e III de Portugal).
Nas cortes de Tomar, Filipe II fez várias promessas:
- Respeitar as liberdades, privilégios, usos e costumes da monarquia portuguesa;
- Reunir sempre Cortes em Portugal e manter todas as leis portuguesas e a moeda;
- Os cargos de governo deveriam ser ocupados por portugueses;
- O comércio da Índia e da Guiné apenas poderia ser feito por portugueses;
- A língua nos documentos e actos oficiais continuaria a ser o português.
Assim, ficariam acautelados os interesses das classes altas e Portugal e Espanha passariam a ser governadas na forma de União Pessoal, isto é, dois reinos com um só rei.
As promessas de Filipe II de Espanha não foram cumpridas por Filipe III e Filipe IV (de Espanha).
Para além disso, a Espanha estava em guerra com a Inglaterra, França e Holanda e Portugal sofreu com isso.
As terras portuguesas em África, no Oriente e no Brasil foram, então, atacadas e os portugueses obrigados a combater nos exércitos de Espanha e a pagar mais impostos.
Por todo o reino surgiram revoltas populares.
A mais conhecida foi a Revolta do Manuelinho, movimento iniciado em Évora, a 21 de Agosto de 1637, contra os aumentos dos impostos decretados pelo Governo e que rapidamente alastrou a outras partes do reino. A intenção desta revolta era a de depor a Dinastia Filipina e restaurar a independência de Portugal.
O descontentamento do povo acabou por alastrar à burguesia e à nobreza, levando, esta úlrima, conspirar e preparar uma revolta.
Assim, no dia 1.º de Dezembro de 1640, um grupo de nobres assaltaram o Palácio do Governador em Lisboa e tomaram o governo do reino.
Portugal recuperou, deste modo a independência e D. João, duque de Bragança, é aclamado rei - D. João IV - iniciando-se a quarta dinastia ou dinastia de Bragança.

Seguiu-se um longo período de 28 anos de guerra: a Guerra da Restauração.
Preparando-se para a guerra, os portugueses organizaram um exército permanente, construíram fortalezas, estabeleceram alianças com outros países e desenvolveram a indústria de armas.
Só em 1668, era rei D. Afonso VI (D. Pedro era o regente), terminaram as guerras da restauração com a assinatura de um tratado de paz entre Portugal e Espanha. Esse tratado estabelecia a independência de Portugal e os limites fronteiriços.

Para treinar:
http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/10.1.quiz.htm

sábado, 6 de novembro de 2010

Partilhar a fruta

Tens de repartir 9 maçãs entre ti e mais onze amigos, de modo que nenhuma maçã seja dividida em mais de 4 partes.
Que quantidade come cada um?

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Letras ao acaso?

Considerando o alfabeto, não incluindo as letras K, W e Y, completa a sequência abaixo:
B, D, G, L, Q ...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A barca de passagem

Agora que já passou o teste de História e Geografia de Portugal, aqui fica mais um desafio.
Três homens querem atravessar um rio.
O barco suporta no máximo 130 kg e eles pesam 60, 65 e 80 kg, respectivamente.
Como devem proceder para atravessar o rio, sem afundar o barco?
PS: Não te esqueças que o barco precisa sempre de um remador.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Império Português no século XVI

Como se aproxima a data da ficha de avaliação (dia 26 de Outubro) aqui fica um resumo do mais importante.

O Império Português no século XVI

A Madeira
Características naturais:
Situa-se a Sudoeste da Europa;
Constituído pelas ilhas da Madeira, do Porto Santo, Desertas e Selvagens.
Relevo da ilha da Madeira é muito montanhoso de origem vulcânica;
As maiores altitudes situam-se no centro da ilha;
Cursos de água pouco extensos (ribeiras), mas que podem ser torrenciais.
A colonização:
O Infante D. Henrique iniciou a colonização da Madeira e Porto Santo dividindo-as em capitanias. Aos capitães-donatários competia defender, povoar e explorar os recursos naturais das ilhas.
Os colonos, vindos sobretudo do Algarve e Minho, mas também do estrangeiro, dedicaram-se à agricultura, pesca e criação de gado;
Os produtos mais importantes eram o vinho, o açúcar, os cereais, as árvores de fruta e a madeira (importante para a reparação dos navios que aí faziam escala);
O comércio dos produtos da Madeira foi muito lucrativo para o Infante D. Henrique que, assim, pôde mandar construir navios e pagar mais viagens de descobertas.

Os Açores
Características naturais:
Situa-se a Oeste da Península Ibérica (a meio caminho entre a Europa e a América);
É formado por nove ilhas que se dividem em três grupos:
Grupo oriental: ilhas de Santa Maria e S. Miguel;
Grupo central: ilhas da Terceira, Graciosa, S. Jorge, pico e Faial;
Grupo ocidental: ilhas das Flores e do Corvo.
Relevo muito montanhoso de origem vulcânica (no Pico fica ponto mais alto de Portugal – 2351 metros);
Existem muitas lagoas que ocupam crateras de vulcões extintos;
Há muitas ribeiras (cursos de água de pequena extensão).
O clima é temperado, não apresentando grandes variações ao longo do ano;
Há muita precipitação;
A vegetação original era constituída essencialmente por cedros, loureiros, faias, giestas, etc.
Também nos Açores se utilizou o sistema de capitanias para a colonização.
O seu povoamento foi, porém, mais lento devido à grande distância a que as ilhas se encontravam do continente.
Os primeiros colonos chegaram em 1439 vindos do continente. Mais tarde chegaram também colonos do estrangeiro, nomeadamente da Flandres (flamengos).
As principais actividades dos colonos, nas ilhas dos Açores, eram a agricultura e a criação de gado;
As principais riquezas deste arquipélago, nesta época, eram os cereais, o gado bovino e ovino e as plantas tintureiras (pastel, urzela e dragoeiro).

África
A sul do Sara habitavam povos de raça negra que se dedicavam à caça, à recolha de frutos, à pastorícia, à agricultura.
Aproveitavam ainda alguns minerais (ouro e cobre, por ex.) que trocavam por outros produtos;
Estes povos estavam organizados em reinos que se guerreavam, vendendo os prisioneiros como escravos.
A poligamia (ter várias mulheres) era uma prática comum;
Havia uma grande variedade de línguas e dialectos (mais de 1500), costumes e até aspecto físico.
O principal objectivo dos portugueses, em África, era controlar todo o comércio do ouro, malagueta, marfim e escravos, isto é, ter o seu monopólio.
Tiveram, para isso, que vencer a concorrência dos Muçulmanos que também comerciavam esses produtos.
Construíram então, no litoral, feitorias (Arguim, Mina, Moçambique, Mombaça, entre outras), isto é, armazéns fortificados, dirigidos por um feitor;
Aí armazenavam os produtos africanos que os indígenas traziam do interior para a costa (litoral) e que trocavam por trigo, sal, panos coloridos e bugigangas.
Praticava-se pois a troca directa.
Desde muito cedo os portugueses enviaram expedições para o interior africano, formadas por navegadores, aventureiros, mercadores, missionários, etc;
Tinham como objectivo dominar essas regiões, estabelecer relações de paz e cristianizar as populações;
Assim foram sendo construídas igrejas, fortalezas e povoações comerciais, em locais estratégicos do continente.
A Ásia
A descoberta do caminho marítimo para a Índia permitiu aos portugueses passar a comerciar os preciosos produtos do oriente. Chegavam em maior quantidade e mais baratos, uma vez que não havia intermediários.
Porém, era preciso assegurar o domínio de alguns portos e cidades e prevenir os ataques dos muçulmanos, povo que anteriormente assegurava o comércio dessas mercadorias por terra. Para tal, D. Manuel nomeou vice-reis.
O primeiro foi D. Francisco de Almeida que tentou dominar os mares e estabelecer acordos com os chefes locais. O segundo foi Afonso de Albuquerque que conquistou as cidades de Goa, Ormuz e Malaca
A partir da Índia os portugueses chegaram à China, ao Japão e às ilhas de Timor, Indonésia, Molucas.
As naus portuguesas vindas da Índia (carreira da Índia) chegavam a Lisboa carregadas de especiarias, panos de seda e porcelanas da China, tapeçarias da Pérsia, madeiras exóticas, perfumes...
Na Ásia, os portugueses contactaram com povos mais desenvolvidos e organizados que os africanos;
Pelo oriente espalharam-se milhares de portugueses, sendo frequentes os casamentos com mulheres locais;
Ao tornou-se na sede do governo português (aí vivia o Vice-rei);
Goa, Malaca e Macau eram as principais feitorias portuguesas;
De Goa, partiam as naus da Carreira da Índia.
Na Ásia , destacou-se a acção dos missionários portugueses, sobretudo os da Companhia de Jesus (Jesuítas);
Os mercadores, os colonos e os missionários foram os principais transmissores de muitos conhecimentos e costumes (de cá para lá e vice-versa).

América (Brasil)
Os portugueses quando chegaram ao Brasil, contactaram com populações pacíficas e acolhedoras, que vivam de uma economia recolectora.
No Brasil, a colonização portuguesa iniciou-se mais tardiamente.
Durante muitos anos limitaram-se a trazer daí o pau-brasil e aves exóticas.
Apenas em 1530 se iniciou a colonização do Brasil, no reinado de D. João III.
O Brasil foi dividido em 15 capitanias, cada uma delas entregue a um capitão-donatário que as devia defender, povoar e explorar.
Para além do pau-brasil, os portugueses cultivaram também a cana-de-açúcar e a bananeira até aí desconhecidas no Brasil.
Para isso, levaram para o Brasil escravos de raça negra, uma vez que os índios não se deixavam escravizar.

A Lisboa Quinhentista
No início do século XVI, Lisboa crescera ao longo do rio Tejo, onde se verificava uma intensa actividade portuária, destacando-se, na cidade, dois espaços abertos: o Rossio e o Terreiro do Paço. Foi junto a este local que o rei D. Manuel mandou construir o Paço da Ribeira, tendo-se mudado para lá, em 1505.
Em 1550, já a cidade de Lisboa tinha mais de 100.000 habitantes, atraindo muitas pessoas: mercadores estrangeiros que a qui vinham fazer negócios e famílias vindas do interior de Portugal à procura de melhores condições de vida. Havia ainda muitos escravos (cerca de 10.000) que faziam os trabalhos mais humildes e pesados. Além disso, havia muitos portugueses que emigravam para os vários pontos do Império.
Lisboa era, por esta altura, conhecida como a “Rainha do Oceano” porque era ponto de partida e de chegada das rotas que ligavam a Europa à África, América e Ásia. O comércio era “monopólio do rei” e era na Casa da Índia que se controlava todo o comércio do Oriente.
A Rua dos Mercadores, junto ao porto, era outro local importante na vida comercial da cidade.
Os lucros do comércio permitiam à Corte viver rodeada de grande luxo.
A produção artística e literária foi, também, muito importante nesta época. Destacam-se os seguintes nomes: Luís de Camões, autor dos “Lusíadas”, onde narra a história de Portugal e Fernão Mendes Pinto, autor da “Peregrinação”.

O Manuelino
O manuelino é o nome dado à arte portuguesa do tempo de D. Manuel que sofreu grande influência da expansão portuguesa.
Por isso, na decoração utiliza elementos inspirados nos descobrimentos como conchas, cordas, plantas exóticas, redes, bóias, etc.
Utiliza ainda a esfera armilar (símbolo de D. Manuel), a Cruz de Cristo e o escudo nacional.
Deste estilo arquitectónico são o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, A janela da Sala do Capítulo do Convento de Cristo, etc.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Campeonato de futebol

Na Cornucólia disputa-se um campeonato de futebol muito equilibrado.
Uma das equipas de futebol desse país é o Futebol Clube de Alguidares de Baixo que tem, à sexta jornada do campeonato, 9 pontos (duas vitórias, três empates e uma derrota), apresentando dois golos marcados e três golos sofridos.
Sabendo que cada vitória vale três pontos, o empate um e a derrota zero, o desafio é saber qual foi o resultado de cada um dos jogos.

domingo, 10 de outubro de 2010

Testes de Inglês





1.º Período:

  • 19 de Outubro

  • 30 de Novembro

2.º Período:

  • 1 de Fevereiro

  • 22 de Março

3.º Período:

  • 31 de Maio

Datas das Fichas de Avaliação

1.º Período
Língua Portuguesa:
21 de Outubro;
25 de Novembro.
Inglês:
19 de Outubro;
30 de Novembro.
HGP:
26 de Outubro
26 de Novembro
Matemática:
28 de Outubro;
2 de Dezembro
Ciências da Natureza:
29 de Outubro
3 de Dezembro
Educação Física:
5 de Novembro
Religião:
9 de Dezembro

2.º Período
Língua Portuguesa:
3 de Fevereiro;
17 Março
Inglês:
1 de Fevereiro;
22 de Março.
HGP:
11 de Janeiro
21 de Fevereiro

3.º Período
Língua Portuguesa:
2 de Junho
Inglês:
31 de Maio.
HGP
17 de Maio

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Miniteste de Matemática

Não se esqueçam que na próxima semana haverá miniteste de matemática!!!

Bom trabalho!

Testes de Matemática

1.º Teste - 28 de Outubro
2.º Teste - 2 de Dezembro