sábado, 30 de abril de 2011

os sedentos

Seis pessoas bebem água. Ao todo, bebem 21 copos. Se cada uma delas bebeu um número diferente, quantos copos de água bebeu cada uma?

terça-feira, 19 de abril de 2011

As idades

O João disse ao Pedro:

- Actualmente, tenho o quádruplo da tua idade. Daqui a 4 anos terei o triplo da tua idade. Quais são as nossas idades, actualmente?

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Os soldados

Cinco soldados colocam-se lado a lado para receber as ordens do comandante do Quartel. Tenta nomeá-los, da tua esquerda para a tua direita, de acordo com as seguintes informações: - Anderson está entre Jorge e Cláudio; - Humberto está à esquerda de Cláudio; - Jorge não está ao lado de Humberto; - Humberto não está ao lado de Rafael.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O elevador

Um elevador pode levar ou 20 adultos ou 24 crianças. Se 15 adultos já estão no elevador, quantas crianças podem entrar ?

terça-feira, 5 de abril de 2011

A festa

Ontem à noite, dona Albertina, mãe do professor Escanifredo, perguntou-lhe quantos bolinhos de coco deveriam ser feitos para comemorar o seu aniversário.
A resposta foi a seguinte:

"Devem ser feitos 240 bolinhos de coco, pois convidei X pessoas e gostaria que cada convidado recebesse o mesmo número de doces".

Se não vierem 10 convidados, quantos negrinhos a mais receberá cada pessoa ?

A resposta estava na ponta da língua :

"Cada pessoa receberá 4 bolinhos de coco a mais".

Quantas pessoas estão convidadas para a festa?

sábado, 2 de abril de 2011

As rodas da minha bicicleta

Bem cheias, as rodas da minha bicicleta têm 75 cm de diâmetro. Quantas voltas completas dão quando percorro 2 km?

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ai que contas!

Dez e dez não são vinte. Mas mais cinquenta, são onze. De que falamos ?

quinta-feira, 24 de março de 2011

Portugal na 2.ª metade do século XIX

O espaço português


Por volta de 1850, Portugal vivia em crise, por causa: - das invasões francesas; - da independência do Brasil; - da guerra civil. Em 1851, iniciou-se um período de desenvolvimento e modernização do reino, a que se deu o nome de Regeneração. Na agricultura Dividiram a terra: - tirando-a à nobreza e ao clero, vendendo-a à burguesia; - acabando com o direito de "morgadio" (o filho mais velho herdava toda a propriedade); - dividindo os baldios (terrenos incultos) Introduziram novas técnicas de cultivo (alternância de culturas, selecção de animais e de sementes, uso de adubos químicos); Introduziram novas alfaias e máquinas agrícolas; Divulga-se o cultivo de novos produtos como a batata, o arroz, a beterraba, etc. Na exploração mineira Desenvolveu-se a exploração mineira, sobretudo minas de cobre, ferro e carvão. Junto às minas surgiram novas povoações. O carvão passou a ser a principal fonte de energia para uso doméstico e para a indústria. Na indústria No século XIX, a indústria passou a utilizar máquinas. Mas a grande "revolução" na indústria deu-se com a máquina a vapor. Em Portugal a primeira foi usada em 1835. A introdução das máquinas na indústria permitiu: - produzir em maior quantidade; - produzir mais rapidamente; - produzir em série; - utilizar a divisão de tarefas; - tornar os produtos mais baratos. O artesão dá lugar ao operário; A oficina dá lugar à fábrica. As indústrias portuguesas localizavam-se, sobretudo, nas zonas do Porto/Guimarães e Lisboa/Setúbal. Principais indústrias: Fiação; Tecelagem; Vestuário; Calçado;Produtos químicos; Metalurgia; Chapelaria; Vidros; Tabaco; Conservas; Papel, etc. Com a indústria apareceu um novo grupo social: o operariado (operários) Os operários trabalhavam nas fábricas em muito más condições: - Longos horários de trabalho (chega às 16 horas) - Salários muito baixos; - Mulheres e crianças trabalhavam nas fábricas mas recebiam salários ainda menores; - Sujeitos a muitos acidentes de trabalho; - Não tinham qualquer tipo de assistência. Não é por isso de admirar que surgissem as primeiras greves e manifestações, para pedir melhores condições de trabalho e de vida. TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Todo o progresso da segunda metade do século XIX só foi possível devido à modernização da rede de transportes e comunicações: estradas, caminho-de-ferro, pontes, túneis. Um dos principais responsáveis por esta política de modernização foi Fontes Pereira de Melo, ministro de D. Maria II, D. Pedro V e D. Luís I. A introdução da máquina a vapor nos transportes foi uma das principais inovações. A primeira viagem de comboio, em Portugal teve lugar a 28 de Outubro de 1856 (Lisboa/Carregado) 1868 – Lisboa / Madrid 1877 – Lisboa / Porto 1887 – Lisboa / Paris O comboio: - Levava mais pessoas, mais mercadorias, mais depressa e por menos dinheiro; - Alterou as paisagens; - Fez surgir novas localidades (Entroncamento) e novas profissões (ferroviários); etc. Construíram-se muitas estradas de macadame (terra batida sobre pequenas pedras e areia grossa) Em 1855, começou a circular a mala-posta, entre Lisboa e o Porto (demorava cerca de 36 horas) Em 1895, chegou a Portugal o 1.º automóvel (um Panhard) Melhoraram-se os portos e construíram-se faróis. Reformaram-se os correios: Surge o selo adesivo (1853) e o postal; as ruas passam a ter nome e as portas número; aparecem os primeiros marcos do correio. 1856: É inaugurado o telégrafo eléctrico 1882: É inaugurada a rede de telefones de Lisboa Ensino Os governos liberais tomaram várias medidas no campo do ensino: - Criaram-se escolas primárias (algumas para raparigas); - O ensino primário passou a ser obrigatório; - Foram criados liceus em todas as capitais de distrito; - Fundaram-se escolas industriais, comerciais e agrícolas; - Criaram-se escolas superiores ligadas à Marinha, às Artes; às técnicas e ao Teatro. Apesar destas medidas grande parte da população continuou analfabeta. Defesa dos direitos humanos

O Código Civil de 1867, acaba com a Pena de Morte; Em 1869, é extinta a escravatura. Demografia Até ao final do século XVIII, a população era contada em numeramentos. Estes eram pouco rigorosos pois apenas se contavam os fogos (casas). Em 1864, surge o primeiro recenseamento (ou censo). A partir de 1890, começaram a ser feitos de 10 em 10 anos. Crescimento populacional Até ao século XVIII, o crescimento é lento. Depois de meados do século XIX, a população aumentou mais rapidamente devido: - às melhorias na alimentação; - ao desenvolvimento da medicina; - à melhoria da higiene nas cidades; - à melhoria na higiene individual; - à não ocorrência de guerras. A população distribuía-se desigualmente pelo país. O litoral norte era a zona mais povoada: - devido aos solos mais férteis; - a existência de portos marítimos; - ao maior número de indústrias; - à maior facilidade de comunicações. Êxodo rural Como a agricultura continua, apesar de tudo, a ter uma fraca produtividade, a população do campo continuava a viver mal. Isto leva a que muitas pessoas abandonem os campos para irem à procura de emprego para as grandes cidades: A isto chama-se êxodo rural. Emigração Muitos portugueses emigram (vão para o estrangeiro) para procurar melhores condições de vida. O Brasil é o destino mais procurado: - devido ao fim da escravatura que originou a necessidade de mais mão-de-obra; - pelo facto de se falar a mesma língua. Alguns regressaram à terra natal ricos. Eram conhecidos como “brasileiros”. Mandaram construir palacetes que ficaram conhecidos como casas de “brasileiros”. A maioria, porém, continuou a levar uma vida humilde no Brasil, nunca tendo regressado a Portugal.


Para treinar (a ficha de avaliação é no dia 28 - 2.ª feira):

http://www.eb23-cmdt-conceicao-silva.rcts.pt/sev/hgp/13.1.cross.htm

sábado, 19 de março de 2011

Poção Mágica

Panoramix preparou a poção mágica. Obélix bebeu metade, Asterix bebeu um quarto e Abraracourcix bebeu um quinto. Panoramix bebeu os dois litros que restaram da poção.
Quantos litros continha a poção e quantos litros bebeu cada amigo?

quinta-feira, 17 de março de 2011

De cabeça para baixo

O que é que aumenta 50% do seu valor quando está de cabeça para baixo?

sábado, 12 de março de 2011

Qual dos seguintes triângulos tem a área maior:

1. Um triângulo em que os lados medem, respectivamente, 300, 400 e 500 cm.

2. Um triângulo em que os lados medem , respectivamente, 30, 40 e 70 dm.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Patas

Em 3 casais de patos, quantas patas há?

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Caça aos patos.

Dois pais e dois filhos saíram para caçar patos. Cada um deles acertou num pato e nenhum atirou no mesmo. Entretanto somente três patos foram abatidos.

Como foi isso possível?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Revolução Liberal de 1820

Revolução Francesa
Em 1789, em França, uma revolução pôs fim ao absolutismo: a Revolução Francesa.
Os revolucionários defendiam ideias como a igualdade de todos os cidadãos perante a lei, a liberdade e a fraternidade.
Defendiam ainda a separação de poderes que, na monarquia absoluta, estavam concentrados no rei.
Por causa dessa revolução, os reis franceses (Luís XVI e Maria Antonieta) foram condenados à morte e executados na guilhotina.
Sentindo-se ameaçados pelo triunfo dos revolucionários franceses, os reis absolutos da Europa declararam guerra a França, tendo sido derrotados pelas tropas do general francês Napoleão Bonaparte, mais tarde, Imperador de França.

O Bloqueio Continental
Napoleão decretou então (1806) o Bloqueio Continental: uma lei que estabelecia que todos os países europeus deviam fechar os seus portos aos navios ingleses.
Só a Grã-Bretanha continuava a resistir.
Portugal demorou a cumprir o ultimato (última ordem) de Napoleão, porque:
- era aliado da Grã-Bretanha;
- porque essa medida iria prejudicar a economia portuguesa (a maior parte do nosso comércio era com a Inglaterra).
Napoleão ordenou então a invasão e conquista de Portugal.

A saída da corte para o Brasil
Quando as tropas de Napoleão já estavam em Portugal, o príncipe regente, D. João, (D. Maria I era a rainha mas não estava em condições de governar) decidiu refugiar-se no Brasil, tendo sido acompanhado por toda a família real e parte da corte, ficando o governo do Reino entregue a uma regência.
As tropas francesas invadiram Portugal por três vezes:
1ª invasão - 1807/1808 - liderada por Junot (Lisboa)
2ª invasão - 1809 - liderada por Soult (Porto)
3ª invasão - 1810/1811 - chefiada por Massena (dirige-se para Lisboa, mas é retido nas linhas defensivas de Torres Vedras)
Durante as invasões, os soldados franceses roubaram, incendiaram povoações, destruíram colheitas e mataram pessoas, o que revoltou a população.
Para resistir, Portugal pediu ajuda à Grã-Bretanha. O exército português e inglês contou com a ajuda da população, pois os movimentos de resistência popular apareceram por todo o país.
Finalmente, em 1811, os Franceses são definitivamente derrotados acabando as invasões, mas o país ficou numa situação muito difícil:
- a família real continuava no Brasil;
- o Reino ficou mais pobre e desorganizado após as invasões;
- os ingleses controlavam o exército português e as decisões do governo.
- D. João VI abrira os portos brasileiros aos estrangeiros;
Era, pois, necessário expulsar os ingleses e obrigar o rei a regressar.
Entretanto, as ideias liberais, vindas de França, tinham cada vez mais adeptos.
Logo, em 1817, em Lisboa, regista-se a primeira conspiração liberal, chefiada pelo General Gomes Freire de Andrade que foi descoberta tendo o seu líder sido preso e enforcado.
Em 1818, forma-se no Porto uma organização secreta, o Sinédrio, com o objectivo de preparar uma revolução liberal, que reunia burgueses do Porto (comerciantes, juízes, proprietários), entre os quais se destacava Manuel Fernandes Tomás.

A Revolução de 1820 e a Constituição de 1822
No dia 24 de Agosto de 1820 deu-se a revolução, no Porto, tendo a população aderido com entusiasmo. Um mês depois, aderia Lisboa.
A revolução espalhou-se então a todo o país. Os ingleses foram afastados e criou-se a Junta Provisional do Governo do Reino passou a governar e preparou as primeiras eleições para deputados às Cortes Constituintes, isto é, a Assembleia que tinha como função elaborar uma Constituição (lei fundamental de um país) de acordo com as ideias liberais.
Em Setembro de 1822, as Cortes Constituintes aprovaram a 1ª Constituição Portuguesa.
Entretanto, D. João VI regressa do Brasil, com a família e a corte, assina a Constituição e jura respeitá-la.
Esta Constituição estabelecia:
- a soberania da nação: o poder do rei devia submeter-se à vontade dos cidadãos, através do voto;
- a separação de poderes: Legislativo ( o poder de fazer as leis pertence às Cortes cujos deputados são eleitos); Executivo (poder de governar que pertence ao rei e aos ministros) e Judicial (poder de julgar quem não cumpre as leis que pertence aos juízes);
- a igualdade e liberdade dos cidadãos face à lei.

A independência do Brasil
Durante os treze anos que D. João VI e a corte permaneceram no Brasil, este território registou grandes progressos:
- a cidade do Rio de Janeiro tornou-se sede do Governo;
- foram criadas repartições de finanças, justiça e da polícia;
- foram construídos hospitais, escolas, teatros e bibliotecas;
- foram criadas indústrias e abertas estradas;
- os portos brasileiros foram abertos aos comerciantes estrangeiros, o que desenvolveu o comércio externo.
Assim, o Brasil deixou de ser uma colónia para se tornar um reino (Reino Unido de Portugal e do Brasil).
Quando D. João VI regressou a Portugal, deixando o príncipe D. Pedro, seu filho, a governar o Brasil, as Cortes Constituintes decretaram:
- que o Brasil voltasse a ser uma colónia;
- que o seu comércio externo voltasse a passar por Portugal;
- que D. Pedro regressasse a Portugal.
A estas imposições, D. Pedro reagiu decidindo permanecer no Brasil, tendo contado com o apoio da burguesia brasileira.
As Cortes Constituintes reagiram a esta decisão, anulando todos os poderes do príncipe.
Ao receber esta notícia, D. Pedro declarou a independência do Brasil, a 7 de Setembro de 1822. – grito do Ipiranga

A morte de D. João VI(1826) e a guerra civil (1832-34)
Com a Revolução de 1820, a nobreza e o clero perderam muitos privilégios e, por causa disso, começaram a organizar conspirações contra o regime liberal, apoiados pelo príncipe D. Miguel (filho segundo de D. João VI).
Quando D. João VI morre (1826), sucede-lhe o seu filho mais velho, D. Pedro, imperador do Brasil. Este, não querendo abandonar o Brasil, abdica do trono em favor de sua filha D. Maria, menor de idade, ficando D. Miguel a governar, como regente, de acordo com as ideias liberais, jurando respeitar a Carta Constitucional que D. Pedro concedera a Portugal, em 1826, para substituir a Constituição de 1822.
Em 1828, D. Miguel, desrespeitando o compromisso, faz-se aclamar rei absoluto.
D. Pedro decide, então, regressar a Portugal e junta-se aos liberais, refugiados nos Açores.
Inicia-se então um período de guerra civil (1832-34), entre liberais e absolutistas, que vai durar cerca de dois anos, tendo D. Miguel e os absolutistas sido derrotados em (1834). D. Miguel acaba por abandonar Portugal na sequência da Convenção de Évora-Monte que põe fim à guerra civil.
D. Maria II passa então a reinar.
A monarquia constitucional vai manter-se em Portugal até 1910 (data da implantação da República).
Para treinar:

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Galos e coelhas (uma burra e uma pónei)

Na quinta do Colégio, há 42 animais, entre coelhas, galos, uma burra e uma pónei.!?
Esses animais perfazem um total de 118 pés.
Quantos galos, quantas coelhas, quantas burras e quantas póneis há na quinta do Colégio?

Como se chamam a burra e a pónei?

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Mais galinhas e coelhos (IV)

Numa capoeira há galinhas e coelhos mun total de 23 animais e 82 pé.
Quantos são as galinhas e os coelhos?

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Galinhas e coelhos (III)

Num terreno há galinhas e coelhos, num total de 30 animais e 102 pés.
Quantos são os coelhos?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Galinhas e coelhos (II)

Num quintal há galinhas e coelhos, num total de 9 animais e 30 pés.
Quantos animais há de cada espécie?

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Galinhas e Coelhos (1)

Num quintal existem galinhas e coelhos:
- Ao todo são 26 cabeças e 70 patas.
Quantas galinhas e coelhos existem no quintal ?

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O preço do fato

Há muitos anos atrás:
- Um rapaz comprou um casaco e umas calças por 55$00.
- Pelas calças e o colete pagou 35$00.
- O colete e o casaco custaram 30$00.
Quanto custou o casaco?
Quanto custou o fato completo?

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Portugal no século XVIII
Durante o domínio filipino, os inimigos de Espanha (Holanda, Grã-Bretanha, França) ocuparam parte do Império Português, sobretudo a Oriente.
O Brasil, depois da Restauração, veio então tomar o lugar que tinha antes a Índia na economia portuguesa.
O açúcar, primeiro, o ouro e os diamantes, depois, eram agora as principais riquezas que chegavam ao reino.
Muitos milhares de colonos portugueses emigraram para o Brasil, na esperança de enriquecer.
Mas como as plantações de açúcar e os engenhos exigiam muita mão-de-obra, os primeiros colonos tentaram utilizar os índios como mão-de-obra escrava. Mas estes, habituados à liberdade, não se adaptaram ao trabalho: revoltavam-se, adoeciam, fugiam...
Foi de África que começaram a vir os escravos necessários à crescente produção de açúcar.
O principal comércio fazia-se, assim, através do Atlântico: os navios partiam de Portugal e dirigiam-se à costa africana, de onde levavam sobretudo escravos para o Brasil; daqui, traziam açúcar, ouro e diamantes (comércio triangular).
Os escravos trabalhavam nas plantações de açúcar, nos engenhos e nas minas.
O engenho era propriedade do “senhor do engenho”. Aí se extraia o caldo da cana-de-açúcar depois de a esmagar, que depois era cozido e colocado em formas para cristalizar.
A propriedade (fazenda) era composta pelos canaviais (campos de cultivo da cana), pelo engenho, pela “casa grande “ onde vivia o senhor e pela sanzala onde viviam os escravos.
No final do século XVII, encontrou-se ouro no Brasil.
As minas foram descobertas pelos bandeirantes que eram colonos que organizavam expedições para o interior do Brasil, com o objectivo de descobrir ouro, diamantes e apanhar índios para trabalharem nos engenhos.. A um grupo de bandeirantes dá-se o nome de Bandeira.
Resumindo
Assistimos a grandes movimentos da população:
De Portugal, partiram milhares de emigrantes para o Brasil à procura de uma vida melhor;
No Brasil, as pessoas avançavam do litoral para o interior;
Da costa africana, partiram, anualmente, milhares de escravos para o Brasil.
A população brasileira resulta, assim, da mistura de europeus, africanos e índios.
A monarquia absoluta no tempo de D. João V
Durante o reinado de D. João V (1706-1750), chegaram ao reino grandes quantidades de ouro e diamantes, vindos do Brasil. Também o comércio de açúcar, tabaco, vinho e sal dava grandes lucros.
Isto fez de D. João V um rei muito poderoso e rico, uma vez que a coroa cobrava a quinta parte do ouro encontrado no Brasil (o quinto).
D. João V passou a governar sem convocar Cortes e concentrou em si todos os poderes: o poder legislativo (fazer as leis), o poder executivo (mandar executá-las, isto é, governar) e o poder judicial (julgar quem não cumpre a lei).
Governou como rei absoluto, daí se dizer que esta forma de governo era o absolutismo.
A corte de D. João V tornou-se uma das mais ricas da Europa. Davam-se grandes banquetes, consumia-se café e chocolate, novidades da época, e rapé (tabaco moído).
Nos bailes, dançava-se a pavana e o minuete ao som do violino ou do cravo.
Jogava-se às cartas, às damas e aos dados.
Assistia-se a sessões de poesia, de música e a representações teatrais.
Era também muito apreciado o espectáculo das touradas e a ópera.
A sociedade portuguesa do século XVIII continuava dividida nos três principais grupos sociais que já conheces: nobreza, clero e povo.
A nobreza continuava a ser um grupo social privilegiado, que vivia dos rendimentos das suas propriedades.
Imitava em tudo o luxo da corte de D. João V: habitação, festas, banquetes, vestuário...
O clero era também um grupo social rico e poderoso. Com a protecção do rei, aumentou o número de mosteiros, conventos e igrejas.
Para além do culto religioso, dedicava-se ao ensino e à assistência aos necessitados.
Presidia ao Tribunal da Inquisição que julgava todos os que não respeitavam a religião católica.
O povo vivia com muitas dificuldades, sobretudo no campo, devido aos baixos salários e aos muitos impostos.
Continuava a alimentar-se sobretudo de pão, peixe e legumes.
Dela faziam parte pequenos comerciantes, artífices, camponeses, criados, aguadeiros, carregadores...
Este grupo social engloba também a alta burguesia que continuava a enriquecer com o comércio.
O reinado de D. João V foi marcado pela construção de obras monumentais, possíveis devido ao ouro do Brasil.
O estilo da época é o Barroco que se caracteriza pela abundância de decoração e pelo uso de linhas curvas.
Igrejas e palácios são decorados com talha dourada, azulejos e mármore.
Desenvolveu-se a ourivesaria, a cerâmica, a pintura, a azulejaria, o mobiliário, ...
As Reformas Pombalinas

D. José I sucede a D. João V, em 1750, e nomeia primeiro-ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, mais tarde Marquês de Pombal.
Nessa época, o reino encontrava-se numa grave crise económica porque:
- o ouro vindo do Brasil era cada vez menos;
- a agricultura produzia pouco;
- as indústrias eram poucas;
- diminuíam as exportações e aumentavam as importações;
- o comércio colonial era dominado por estrangeiros.
Para agravar esta situação, em 1755 (dia 1 de Novembro), Lisboa sofre um grande terramoto.
Morreram mais de 20 000 pessoas e ficaram em ruínas cerca de 10 000 edifícios.
A cidade ficou destruída e foi o Marquês de Pombal que tomou medidas para:
- "cuidar dos vivos e enterrar os mortos “;
- policiar as ruas;
- planear a reconstrução da cidade que o próprio Marquês de Pombal acompanhou.
Decidiu arrasar a "Baixa" e aí construir uma zona nova - a Lisboa pombalina - com características próprias:
- ruas largas e perpendiculares, com passeios largos e calcetados;
- edifícios harmoniosos, todos da mesma altura, com varandas de ferro forjado, e construídas com um sistema anti-sísmico e corta-fogos;
- rede de esgotos:
- uma grande praça - a Praça do Comércio - construída no local do antigo Terreiro do Paço, onde iam dar as ruas "nobres" da cidade.
A grande capacidade para resolver problemas e a eficácia demonstrada após o terramoto pelo Marquês de Pombal, levaram-no a conquistar a confiança total do rei. Por isso, D. José entrega-lhe o controlo do governo.
O Marquês de Pombal inicia então um conjunto de reformas destinadas a desenvolver o país e a afirmar o poder absoluto do rei.
Reformas económicas:
- instalou novas indústrias no país;
- criou companhias monopolistas, controladas pelo estado (na área da agricultura, pescas e comércio), impedindo os grandes lucros que os estrangeiros vinham tendo em Portugal; exemplo: Companhia dos Vinhos do Alto Douro.
- proibiu a exportação de ouro.
Reformas sociais:
- perseguiu a nobreza e o clero (sobretudo os Jesuítas, que expulsou do País), retirando-lhes bens e cargos, chegando a prender e executar alguns deles, para reforçar o poder do rei;
- protegeu os comerciantes e os burgueses, e declarou o comércio como profissão nobre (1770);
- proibiu a escravatura no Reino (1771), continuando, no entanto, a existir nas colónias.
Reformas no ensino:
- criou escolas "menores" (equivalentes ao 1º ciclo), por todo o país;
- reformou a Universidade de Coimbra dando maior importância à observação e experimentação;
- extinguiu a Universidade de Évora
- fundou o Real Colégio dos Nobres.
As reformas pombalinas contribuíram para a modernização de Portugal.
Depois da morte de D. José I (1777), sua filha, a rainha D. Maria I, demitiu o Marquês de Pombal de todos os cargos que ocupava no Governo, acusando-o de ter cometido graves injustiças.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Família

O cunhado do irmão da tua mãe é o teu:
  1. tio?
  2. pai?

  3. primo?

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O homem cuidadoso

O seguinte desafio tem como resposta um ditado popular.

Havia um homem muito cuidadoso, preocupado e sempre prevenido para tudo.
Certo dia, ao passear, tinha que atravessar uma ponte onde havia uma placa que tinha escrito: "Cuidado, a ponte só suporta 130 Kg".
Bem, como só peso 70 kg, não há problema. - pensou ele.
Quando ia a atravesssar a ponte, a mesma ruiu.
Porquê?

sábado, 11 de dezembro de 2010

O crime quase perfeito.

Certo dia, numa residencial, apareceu assassinado um idoso.
A polícia foi chamada e mandou fechar todas as saídas, começando a interrogar os hóspedes nos respectivos quartos.
Quando chegou ao quarto n.º 229, no 2.º andar, abriram a porta aos polícias dois gémeos: um muito gordo e outro muito magro.
De imediato, um dos polícias disse para o outro:
- Está resolvido o crime. E virando-se para o mais magro disse-lhe:
Está preso! Foi você que assassinou o idoso. Tem o direito a permanecer calado, pois tudo o que disser..., blá, blá, blá...
Como chegou o polícia a esta conclusão?

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Os montes de palha ...

Um camponês tem 5 montes de palha num campo e 4 montes de palha noutro campo.
Se os juntar ao pé da sua casa, com quantos montes de palha fica?